Negócios e Oportunidades no Jornal Estado de Minas: Estrutura física em dia

Negócios e Oportunidades no Jornal Estado de Minas: Estrutura física em dia

A fisioterapia tradicional já é uma velha conhecida das pessoas, especialmente daquelas que sofrem com alguma disfunção na coluna vertebral. Mas a proposta do FortaleSer – Centro de Reabilitação e Condicionamento Físico, dos sócios Rodrigo Moura e Felipe Moraes, é oferecer uma metodologia de tratamento especializada para dores na coluna. “Oferecemos a RMA da coluna vertebral ou reconstrução músculo-articular da coluna vertebral com mesas de descompressão importadas, terapia manual e exercícios terapêuticos”, diz Rodrigo, que conta com a parceira do ITC Vertebral.

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Para Rodrigo Moura, sócio no FortaleSer, além da funcionalidade no dia a dia, a fisioterapia incrementa a qualidade de vida das pessoas

“Por meio de outra parceria, com o Instituto Trata, desenvolvemos programa exclusivo de tratamento de disfunções de joelho e quadril, com avaliação cinemática computadorizada, além de detalhada avaliação clínica. Temos também a podoposturologia, que estuda as alterações posturais de cada indivíduo por meio de um teste computadorizado da pisada e confecção de palmilhas posturais. Há ainda o fisiofitness, programa de condicionamento físico elaborado de acordo com o perfil de cada cliente, com exercícios de pilates, treinamento funcional e musculação terapêutica.

“Por ter sido nosso primeiro serviço e aquele no qual já nos tornamos referência em BH, a reconstrução músculoarticular da coluna vertebral (RMA) é o mais procurado. É o tratamento avançado para dores e disfunções da coluna vertebral, do qual somos representantes em BH. Trata-se de uma metodologia de tratamento da coluna vertebral inovadora, porém, com respaldo científico reconhecido internacionalmente, que envolve a conjugação da análise totalmente individualizada, técnicas de fisioterapia manual e, caso necessário, uso das mesas americanas de tração eletrônica e mesa de flexodescompressão”, ressalta Rodrigo. O tratamento promove a recuperação dos movimentos e dos hábitos de vida normais do paciente, por meio da rotina acompanhada de atividades físicas. “Não se resume a tratar o paciente com a prescrição de determinadas sessões de fisioterapia, é um programa completo e com benefícios para a vida toda”, destaca.

EXPANSÃO O empresário conta que era estudante de tecnologia da informação quando começou a praticar corrida e sentiu fortes dores nas costas. “Consultei alguns médicos e descobri que tinha uma alteração congênita, chamada espondilolistese, para a qual a maioria dos médicos indicam cirurgia. Comecei na fisioterapia como paciente e me interessei pela área e, principalmente, pela coluna vertebral, por essa causa própria. Terminei meu curso de TI e iniciei o curso de fisioterapia. Depois de formado, fiz algumas especializações e cursos na área de fisioterapia musculoesquelética e esportiva, sempre focando em disfunções da coluna vertebral.” Assim, ele não teve dúvidas para abrir o centro de reabilitação há 11 anos e que hoje emprega sete pessoas em duas unidades, uma no Bairro Estoril e outra no Santa Efigênia.

Rodrigo lembra que a fisioterapia é uma profissão relativamente nova no Brasil, com pouco mais de 40 anos. “Considerando que é ofertada por convênios, apresenta grandes limitações estruturais, organizacionais e com baixo índice de satisfação dos pacientes. Sabendo que a expectativa de vida da população está aumentando e que, com isso, há um aumento de doenças crônicas e degenerativas, a fisioterapia vem ganhando espaço na escolha da população, e com bom potencial de crescimento. Além das funcionalidades do dia a dia, incrementa a qualidade de vida das pessoas. É importante ressaltar, porém, que as condutas devem ser baseadas em evidência científica para que a probabilidade de assertividade e resultados eficazes seja maior.”

Esperando crescimento de 50% este ano em relação a 2015, o empresário acabou de fazer investimento alto para ampliação do atendimento. “Mudamos para uma nova, maior e mais confortável unidade, além de abrir outra unidade na região hospitalar. Sabemos que as mulheres têm o hábito de cuidar mais da saúde quando comparadas aos homens. Assim, as mulheres acima de 45 anos são maioria entre nosso público atual”, revela (AP).

Confira abaixo a matéria publicada em 23/11/2016 no Jornal Estado de Minas na página Negócios e Oportunidades:

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Fonte: Estado de Minas

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